CEBRASPE — Enfermagem — Insulinoterapia no diabetes mellitus — 2021
Banca
CEBRASPE
Órgão
EBSERH
Prova
EBSERH — Enfermagem — 2021
Ano
2021
Disciplina
Enfermagem
Assunto
Insulinoterapia no diabetes mellitus
Cargo
Enfermagem
Enunciado
Considerando-se os últimos dados laboratoriais, cabe a orientação de uso inicial de insulinoterapia, porém, futuramente, caso o jovem consiga adesão nutricional e pratique regularmente exercícios físicos, a insulinoterapia poderá ser substituída por tratamentos com hipoglicemiantes orais.
Gabarito e comentário
Resposta correta: ERRADO
A questão está ERRADA porque, em geral, a insulinoterapia em jovens (especialmente em casos de Diabetes Mellitus tipo 1) é uma necessidade **permanente**, não uma medida temporária que possa ser substituída por hipoglicemiantes orais. Hipoglicemiantes orais são eficazes em Diabetes Mellitus tipo 2, onde há alguma produção de insulina ou resistência à insulina. No entanto, em jovens, a insulinoterapia é frequentemente indicada quando há deficiência **absoluta** de insulina, como no DM1, onde o pâncreas não a produz. Nesses casos, a adesão nutricional e exercícios físicos são complementares, mas não substituem a insulina exógena.
A questão está ERRADA porque, em geral, a insulinoterapia em jovens (especialmente em casos de Diabetes Mellitus tipo 1) é uma necessidade **permanente**, não uma medida temporária que possa ser substituída por hipoglicemiantes orais. Hipoglicemiantes orais são eficazes em Diabetes Mellitus tipo 2, onde há alguma produção de insulina ou resistência à insulina. No entanto, em jovens, a insulinoterapia é frequentemente indicada quando há deficiência **absoluta** de insulina, como no DM1, onde o pâncreas não a produz. Nesses casos, a adesão nutricional e exercícios físicos são complementares, mas não substituem a insulina exógena.