FGV — Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Odontologia — Anestesia na gestação — 2024

Enunciado

Os anestésicos locais utilizados em odontologia atravessam a barreira placentária por difusão passiva. Além disso, algumas das opções anestésicas disponíveis para a odontologia demonstraram efeitos adversos em crias de animais, sendo que não há estudos controlados em seres humanos. Sendo assim, o cirurgião- dentista, ao prestar atendimento a uma paciente gestante, precisa selecionar o anestésico que seja mais seguro, de acordo com as evidências disponíveis. A opção de escolha nesse caso é:

Alternativas

  1. A)

    mepivacaína a 3% sem vasoconstritor;

  2. B)

    mepivacaína a 2% com epinefrina na concentração de 1:100.000;

  3. C)

    bupivacaína a 0,5% com epinefrina na concentração de 1:200.000;

  4. D)

    lidocaína a 2% com epinefrina na concentração de 1:100.000 ou 1:200.000;

  5. E)

    articaína a 4% com epinefrina na concentração de 1:100.000 ou 1:200.000.

Gabarito e comentário

Resposta correta: D

A lidocaína a 2% associada à epinefrina em diluição de 1:100.000 ou 1:200.000 é a opção assinalada para anestesia local no contexto gestacional. A dose deve ser ajustada à necessidade clínica, evitando injeção intravascular. A avaliação odontológica durante a gestação inclui benefícios do tratamento, condição materna e comunicação com a equipe assistente quando pertinente.

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