FGV — Auditor de Controle Externo - Administração — Administração, orçamento e auditoria — 2022

Enunciado

A metodologia de avaliação dos controles internos consiste em avaliar os controles internos existentes e quantificá-los em níveis de efetividade. Dessa forma, uma empresa apresentou os seguintes controles internos, avaliados em: 1 (controles não funcionais), 0,5 (controles funcionais medianos) e 0,2 (controles funcionais fortes). Os auditores, ao solicitarem tais documentos de avaliação, podem concluir que:

Alternativas

  1. A)

    caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação do risco residual ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco inerente;

  2. B)

    independentemente do nível de controles internos, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um maior risco residual;

  3. C)

    caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco residual;

  4. D)

    independentemente do nível de controles internos, a multiplicação do risco inerente ao valor do nível dos controles internos resultará em um menor risco residual;

  5. E)

    caso existam controles funcionais em uma atividade, a multiplicação da probabilidade e do impacto resultará em um menor risco residual.

Gabarito e comentário

Resposta correta: C

Gabarito definitivo da FGV: alternativa C. Risco residual é o risco inerente ajustado pela eficácia dos controles internos. Controles funcionais diminuem a parcela do risco que permanece para o auditor.

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